{"id":41286,"date":"2011-02-03T18:20:00","date_gmt":"2011-02-03T18:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.cenb.org.br\/?post_type=historical-figures&#038;p=41286"},"modified":"2025-10-22T13:47:35","modified_gmt":"2025-10-22T13:47:35","slug":"kan-ichiro-kimura","status":"publish","type":"historical-figures","link":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/historical-figures\/kan-ichiro-kimura\/","title":{"rendered":"\u6728\u6751\u8cab\u4e00\u90ce Kan'ichiro Kimura"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-right\">quinta-feira, 03 de fevereiro de 2011<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"186\" height=\"272\" src=\"https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/kimura_kanichirou.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-21088\" srcset=\"https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/kimura_kanichirou.jpg 186w, https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/kimura_kanichirou-8x12.jpg 8w\" sizes=\"auto, (max-width: 186px) 100vw, 186px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O Sr. Shuhei Uetsuka, que emigrou para o Brasil em 1908 (41\u00ba ano da Era Meiji), tinha como pseud\u00f4nimo liter\u00e1rio Hy\u014dkotsu. Ele comp\u00f4s quando se encontrava na Hospedaria de Imigrantes:<br>\u3000\u3000Em minha primeira noite no Brasil, Toda esta fogueira me parece Um festival<br>\u3000\u3000(\u30d6\u30e9\u30b8\u30eb\u306e\u521d\u591c\u306a\u308b\u711a\u706b\u796d\u304b\u306a, <em>Burajiru no sho-ya naru takibi-sai kana<\/em>)<br><br>Diz-se que este verso \u00e9 o primeiro composto por um imigrante japon\u00eas no Brasil. O Sr. Kan'ichir\u014d Kimura, que utilizava o pseud\u00f4nimo liter\u00e1rio Keiseki, era amigo \u00edntimo do Sr. Hy\u014dkotsu e mantinha com o Sr. Uetsuka uma amizade tranquila e serena atrav\u00e9s do<em> haiku<\/em>.<br><br>Em 1936 (11\u00ba ano da Era Showa), ele se transferiu da Col\u00f4nia Alian\u00e7a para a cidade de S\u00e3o Paulo, onde nasceu a <em>Sansuikai<\/em> (\"Sociedade Tr\u00eas \u00c1guas\", em tradu\u00e7\u00e3o livre). Em novembro do ano seguinte, foi planejado o lan\u00e7amento da revista de <em>haiku Minami jujisei<\/em> (Cruzeiro do Sul). O plano era que o Sr. Nenpuku Sat\u014d ficasse encarregado da sele\u00e7\u00e3o dos versos gerais, e o Sr. Keiseki da sele\u00e7\u00e3o dos versos da colet\u00e2nea <em>Minami j\u016bjisei-sh\u016b<\/em>, para que a revista fosse lan\u00e7ada como uma publica\u00e7\u00e3o abrangente no mundo do <em>haiku<\/em>. No entanto, o plano falhou devido \u00e0 incompatibilidade com o Sr. Nenpuku, que tinha a convic\u00e7\u00e3o de que \"n\u00e3o existe <em>haiku<\/em> fora da Escola<em> Hototogisu<\/em>\", e eles acabaram se separando. \u00c9 relatado que, naturalmente, ap\u00f3s a morte do Sr. Keiseki, a revista<em> Minami jujisei<\/em> n\u00e3o teve escolha sen\u00e3o ser descontinuada.<br><br>Em 30 de junho de 1938 (13\u00ba ano da Era Showa), ele faleceu aos setenta e dois anos de idade. Em maio do ano seguinte, <em>\"Keiseki Kush\u016b\"<\/em> (Colet\u00e2nea de haikai de Keiseki) foi publicada pelos membros da<em> Sansuikai<\/em>. Est\u00e3o reunidos nela 291 versos que haviam sido selecionados nas categorias de tema livre das revistas <em>Hototogisu<\/em> e<em> Hagi<\/em>.<br>\u3000\u3000O tambor<em> tsuzumi<\/em> Ecoa no <em>mikoshi<\/em> Em meio \u00e0 grande celebra\u00e7\u00e3o<br>\n\u3000\u3000(\u4e07\u624d\u306e\u5fa1\u8f3f\u3078\u97ff\u304f\u9f13\u304b\u306a <em>Manzai no mikoshi e hibiku tsuzumi kana<\/em>)<br><br>Em fevereiro de 1948 (23\u00ba ano da Era Showa), a l\u00e1pide do Sr. Keiseki foi erguida no Cemit\u00e9rio Protestante de Ara\u00e7\u00e1.<br>\u3000\u3000A fogueira que resta, Deixada para o c\u00e3o Que guarda a noite<br>\n\u3000\u3000(\u591c\u3092\u5b88\u308b\u72ac\u306b\u6b8b\u305b\u3057\u711a\u706b\u54c9 <em>Yoru o mamoru inu ni nokoseshi takibi kana<\/em>)<br>O verso est\u00e1 gravado em uma pedra natural, conforme a foto acima.<br><br>Dizia-se frequentemente que ele, quando ficava em apuros durante as sess\u00f5es de <em>haiku<\/em>, escapava compondo versos que inclu\u00edam \"fogueira\" (<em>takibi<\/em>) ou \"barca\" (<em>tosen<\/em>), mas...<br>\u3000\u3000O frio da manh\u00e3, O trabalhador da estrada Aquece-se na fogueira de capim <br>\n\u3000\u3000(\u671d\u5bd2\u3084\u9053\u8def\u5de5\u592b\u306e\u8349\u711a\u706b <em>Asazamu ya d\u014dro kuf\u016b no kusa-takibi<\/em>)<br>\u3000\u3000No rio de outono, Um casal negro Opera a barca<br>\n\u3000\u3000(\u79cb\u306e\u5ddd\u9ed2\u5974\u592b\u5a66\u306e\u6e21\u821f\u5b88 <em>Aki no kawa kokudo f\u016bfu no tosen-mori<\/em>).<br>\u3000\u3000Cercando a grande fogueira, A sess\u00e3o de Haiku Enfim come\u00e7ou<br>\n\u3000\u3000(\u5927\u711a\u706b\u56f2\u307f\u3066\u53e5\u4f1a\u521d\u3081\u3051\u308a<em>\u014c-takibi kakomite kukai hajimekeri<\/em>)<br>\u3000\u3000A noite da fogueira Amanheceu com geada, Para o novo imigrante<br>\n\u3000\u3000(\u711a\u706b\u306e\u591c\u971c\u306b\u660e\u3051\u3051\u308a\u65b0\u79fb\u6c11 <em>Takibi no yo shimo ni ake-keri shin-imin<\/em>)<br>O Sr. Keiseki comp\u00f4s versos como estes.<br><br>Nasceu em Akasaka, na Prov\u00edncia de Mikawa. Ap\u00f3s frequentar a Escola Secund\u00e1ria Superior Ichiko de T\u00f3quio, formou-se na Faculdade de Engenharia da Universidade Imperial de T\u00f3quio. Como engenheiro, ele viajou por Mie, Yamanashi, T\u00f3quio e Taiwan. Sua especialidade era a engenharia civil. Ele teve uma carreira como funcion\u00e1rio p\u00fablico de 14 anos e 8 meses, e, embora precisasse de apenas mais quatro meses para ser eleg\u00edvel \u00e0 pens\u00e3o por tempo de servi\u00e7o, ele disse que \"o Tesouro Nacional seria ajudado se houvesse um recebedor de pens\u00e3o a menos\", e por essa raz\u00e3o, ingressou no setor privado, tornando-se o engenheiro chefe da Companhia de Energia Hidrel\u00e9trica de Niigata. Foi l\u00e1 que ele se tornou disc\u00edpulo de Suj\u016b Takano e Mizuho Yamada, iniciando uma vida aben\u00e7oada de composi\u00e7\u00e3o de<em> haiku<\/em>. Ele se tornou amigo do Sr. Nenpuku Sat\u014d, que era conhecido como o \"g\u00eanio da regi\u00e3o de Hokuriku\" (costa do mar do Jap\u00e3o), e ouviu-se dizer que o Sr. Nenpuku se casou atrav\u00e9s do interm\u00e9dio do Sr. Keiseki.<br><br>A imigra\u00e7\u00e3o do Sr. Kimura para o Brasil ocorreu em 1926 (15\u00ba ano da Era Taisho), a bordo do navio <em>Hawaii-Maru<\/em>, e a imigra\u00e7\u00e3o do Sr. Kenjir\u014d Sat\u014d (Nenpuku) ocorreu em 1927 (2\u00ba ano da Era Showa), tamb\u00e9m pelo <em>Hawaii-Maru<\/em>. O Sr. Keiseki tornou-se seletor da coluna de <em>haiku<\/em> do jornal <em>Nippaku Shimbun<\/em> uma vez por m\u00eas a partir de julho de 1929 (4\u00ba ano da Era Showa) (cargo que ocupou por nove anos at\u00e9 sua morte), enquanto o Sr. Nenpuku tornou-se seletor da coluna do jornal <em>Seih\u014d<\/em> a partir de 1933 (8\u00ba ano da Era Showa), do jornal Brasil <em>Jih\u014d<\/em> a partir de 1935 (10\u00ba ano da Era Showa) e do jornal Paulista a partir de 1948 (23\u00ba ano da Era Showa). \u00c9 certamente uma curiosa coincid\u00eancia que ambos tenham se tornado pioneiros no mundo do <em>haiku<\/em> brasileiro.<br><br>Ap\u00f3s imigrar para o Brasil, ele se instalou na Se\u00e7\u00e3o 4 da Col\u00f4nia Alian\u00e7a. Em 8 de maio de 1927 (2\u00ba ano da Era Showa), realizou-se a primeira sess\u00e3o de <em>haiku<\/em> na resid\u00eancia do Sr. Kikuji Iwanami (poeta de<em> tanka<\/em>, conhecido como Kikuji). A segunda foi na resid\u00eancia do Sr. Roan Ashibe e a terceira foi realizada em 28 de agosto do mesmo ano, na resid\u00eancia do Sr. Keiseki. Esta \u00faltima coincidiu com o seu anivers\u00e1rio de 60 anos (denominado <em>kanreki<\/em>) e foi um grande sucesso.<br>\u3000\u3000A bananeira seca, E o bot\u00e3o come\u00e7a a surgir, Com um ar t\u00e3o lastim\u00e1vel <br>\n\u3000\u3000(\u67af\u82ad\u8549\u3064\u307c\u307f\u3042\u308f\u308c\u306b\u898b\u3048\u521d\u3081\u3066 Kare bash\u014d tsubomi aware ni mie hajime-te)<br>Esta sess\u00e3o de <em>haiku<\/em> foi nomeada \"<em>Okapo-kai<\/em>\" e estabeleceu o terceiro domingo de cada m\u00eas como a data de suas reuni\u00f5es regulares.<br><br>Em janeiro de 1931 (6\u00ba ano da Era Showa), [eles] publicaram (lan\u00e7aram) a revista \"Okapo\" em conjunto com o c\u00edrculo de tanka (tanka-kai) presidido (shusai) pelo Sr. Iwanami, sendo o pr\u00f3prio Sr. Iwanami o respons\u00e1vel pela edi\u00e7\u00e3o.<br>\u3000\u3000Na hora em que a febre ataca Da mal\u00e1ria, Vagalumes voam<br>\n\u3000\u3000(\u30de\u30ec\u30fc\u30bf\u306e\u71b1\u51fa\u308b\u9803\u3084\u86cd\u98db\u3076 <em>Mar\u0113ta no netsu deru koro ya hotaru tobu<\/em>)<br>\u3000\u3000Minha esposa, ao acordar, Recome\u00e7a a construir O forno de p\u00e3o<br>\n\u3000\u3000(\u59bb\u5bdd\u8d77\u307e\u305f\u30d1\u30f3\u7ac3\u7bc9\u304d\u521d\u3081 <em>Tsuma neoki mata pan-kama tsukiki-hajime<\/em>)<br>\u3000\u3000Com um cacho de banana O idoso troca de ombro Para aliviar o peso<br>\n\u3000\u3000(\u4e00\u830e\u306e\u30d0\u30ca\u30ca\u3084\u8001\u306e\u80a9\u66ff\u3048\u3066<em> Ikkei no banana ya oi no kata kaete<\/em>)<br>\u3000\u3000Sob a lua crescente E geada, cidade alguma Apenas o cafezal<br>\n\u3000\u3000(\u4e09\u65e5\u6708\u306e\u971c\u306b\u8857\u306a\u3057\u73c8\u7432\u7551\u3000<em>Mikazuki no shimo ni machi nashi k\u014dh\u012b-batake<\/em>)<br><br>Em novembro de 1933 (8\u00ba ano da Era Showa), durante o per\u00edodo em que supervisionava a obra de constru\u00e7\u00e3o da Ponte Novo Oriente sobre o Rio Tiet\u00ea, ele fundou a <em>Han'ya-kai<\/em> (\"Sociedade da Meia-Noite\") na Col\u00f4nia Tiet\u00ea.<br>\u3000\u3000A tempestade Submerge a lentilha d'\u00e1gua, Golpeada pela chuva<br>\n\u3000\u3000(\u840d\u3092\u53e9\u304d\u6c88\u3081\u3057\u96f7\u96e8\u304b\u306a <em>Ukikusa o tataki shizumeshi raiu kana<\/em>)<br>\u3000\u3000Instrumento de medi\u00e7\u00e3o Deixado de p\u00e9 No campo de ver\u00e3o<br>\n\u3000\u3000(\u6e2c\u91cf\u6a5f\u7acb\u3066\u3064\u653e\u3057\u306e\u590f\u91ce\u304b\u306a <em>Sokury\u014dki tatetsu-hanashi no natsuno kana<\/em>)<br>\u3000\u3000O cochilo do meio-dia Na poltrona artesanal, Feita \u00e0 m\u00e3o<br>\n\u3000\u3000(\u624b\u7d30\u5de5\u306e\u5b89\u697d\u6905\u5b50\u306e\u663c\u5bdd\u304b\u306a <em>Tezaiku no anraku isu no hirune kana<\/em>)<br>\u3000\u3000Na espregui\u00e7adeira de vime, Familiarizando-se Cruzeiro do Sul <br>\n\u3000\u3000(\u85e4\u5bdd\u6905\u5b50\u89aa\u3057\u3080\u5357\u5341\u5b57\u661f <em>Fuji ne-isu shitashimu Minamij\u016bjisei<\/em>)<br><br>Naquela \u00e9poca, a Srta. Renjo Nakajima residia na Col\u00f4nia Tiet\u00ea. O Sr. Keiseki, que era um comil\u00e3o, usava as reuni\u00f5es de estudo de <em>haiku<\/em> como pretexto para frequentar a casa dela.<br>\u3000\u3000A grama de ver\u00e3o, E o novo imigrante fuma cigarro japon\u00eas<br>\n\u3000\u3000(\u590f\u8349\u3084\u6577\u5cf6\u3092\u5438\u3046\u65b0\u79fb\u6c11 <em>Natsukusa ya Shikishima o s\u016b shin-imin<\/em>)<br>\u3000\u3000O filhote de anta \u00c9 criado na jaula, Com a brisa da primavera<br>\n\u3000\u3000(\u734f\u306e\u5b50\u3092\u6abb\u306b\u98fc\u3044\u305f\u308a\u6625\u306e\u98a8 <em>Baku no ko o ori ni kaitari haru no kaze<\/em>)<br>Versos como estes s\u00e3o de autoria da Srta. Renjo  sobre a \u00e9poca.<br><br>A Col\u00f4nia Alian\u00e7a foi alvo do esc\u00e1rnio dos compatriotas residentes no Brasil, por ser o local de concentra\u00e7\u00e3o dos imigrantes \"<em>ginbura<\/em>\" (imigrantes que voltaram ao Jap\u00e3o para gastar dinheiro). No entanto, o fato de ter produzido figuras como Kikuji Iwanami (poeta de <em>tanka<\/em>) e Sh\u014djir\u014d Namekata (de pseud\u00f4nimo liter\u00e1rio Nangyo) no campo do <em>tanka<\/em>, e Keiseki Kimura e Nenpuku Sat\u014d no campo do <em>haiku<\/em>, \u00e9 um feito que permanecer\u00e1 para sempre na hist\u00f3ria liter\u00e1ria da Col\u00f4nia no Brasil. Enquanto riam juntos dizendo \"Fa\u00e7a <em>tanka<\/em> em vez de caf\u00e9!\" e \"Fa\u00e7a <em>haiku<\/em> em vez de caf\u00e9!\", eles compunham seus versos e torciam suas rimas.<br>\u3000\u3000O casal faz bolo de capim, Com mandioca<br>\n\u3000\u3000(\u30de\u30f3\u30b8\u30e7\u30ab\u306e\u8349\u9905\u3092\u3064\u304f\u592b\u5a66\u304b\u306a <em>Manjoka no kusayaki o tsuku f\u016bfu kana<\/em>)\n\u3000<br>\u3000\u3000As sementes do Jap\u00e3o, Foram semeadas Com esmero e carinho<br>\n\u3000\u3000[\u65e5\u672c\u306e\u7a2e\u306d\u3082\u3054\u308d\u306b\u8494\u304d\u306b\u3051\u308a\uff08\u539f\u6587\u30de\u30de\uff09<em>Nihon no tane nemogoro ni makinikeri<\/em>]<br>Estes s\u00e3o os versos de Kikuji.<br>\u3000\u3000Apenas curado da ameba, Atravesso o campo de ver\u00e3o<br>\n\u3000\u3000(\u30a2\u30df\u30fc\u30d0\u306e\u7652\u3048\u3057\u3070\u304b\u308a\u3084\u590f\u91ce\u884c\u304f<em>Am\u012bba no ieshi bakari ya natsuno yuku<\/em>)<br>\u3000\u3000No meio da multid\u00e3o, At\u00e9 mesmo budistas se misturam No Natal<br>\n\u3000\u3000(\u305d\u306e\u4e2d\u306b\u4ecf\u5f92\u3082\u4ea4\u308a\u30af\u30ea\u30b9\u30de\u30b9 <em>Sono naka ni butto mo majiri Kurisumasu<\/em>)<br>Estes s\u00e3o os versos de Nangyo.<br><br>Os poetas de <em>haiku<\/em> esticavam o padr\u00e3o 5-7-5 para compor <em>tanka<\/em>, e os poetas de <em>tanka<\/em> se juntavam aos c\u00edrculos de <em>haiku<\/em>, reunindo-se, com suas pr\u00f3prias marmitas, para tentar alinhar as dezessete s\u00edlabas do <em>haiku<\/em> com um alongamento no meio. Os domingos na Col\u00f4nia Alian\u00e7a, naquela \u00e9poca, eram muito agrad\u00e1veis.<\/p>","protected":false},"featured_media":21088,"template":"","special_columns":[978],"class_list":["post-41286","historical-figures","type-historical-figures","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","special_columns-pioneers"],"blocksy_meta":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/historical-figures\/41286","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/historical-figures"}],"about":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/historical-figures"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21088"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41286"}],"wp:term":[{"taxonomy":"special_columns","embeddable":true,"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/special_columns?post=41286"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}