{"id":41304,"date":"2008-02-21T17:29:30","date_gmt":"2008-02-21T17:29:30","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.cenb.org.br\/?post_type=historical-figures&#038;p=41304"},"modified":"2025-10-22T14:11:31","modified_gmt":"2025-10-22T14:11:31","slug":"wasaburo-otake","status":"publish","type":"historical-figures","link":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/historical-figures\/wasaburo-otake\/","title":{"rendered":"\u5927\u6b66\u548c\u4e09\u90ce Wasaburo Otake"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-right\">quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"121\" height=\"182\" src=\"https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ootake_wasaburo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-21035\" style=\"width:156px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ootake_wasaburo.jpg 121w, https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ootake_wasaburo-8x12.jpg 8w\" sizes=\"auto, (max-width: 121px) 100vw, 121px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>\u00c9 prov\u00e1vel que n\u00e3o haja um \u00fanico japon\u00eas que tenha vindo ao Brasil que n\u00e3o tenha se beneficiado do dicion\u00e1rio do Sr. Wazabur\u014d \u014ctake. E mesmo no Jap\u00e3o, aqueles que aspiravam a vir para e se dedicavam a aprender a l\u00edngua portuguesa certamente conhecem o nome do Sr. \u014ctake.\n<br><br>\nT\u00e3o conhecido que se pergunta: \u00e9 o dicion\u00e1rio do \u014ctake ou \u00e9 o \u014ctake dos dicion\u00e1rios? O nome do Sr. \u014ctake \u00e9 familiar a muitas pessoas ligadas \u00e0 l\u00edngua portuguesa como compilador dos dicion\u00e1rios Portugu\u00eas-Japon\u00eas e Japon\u00eas-Portugu\u00eas.<br><br>O trabalho de compila\u00e7\u00e3o de dicion\u00e1rios \u00e9 um esfor\u00e7o que exige ser um alicerce invis\u00edvel, acumulando palavra por palavra com uma dedica\u00e7\u00e3o imensa.\n\nEmbora o Sr. \u014ctake tenha dedicado a segunda metade de sua vida a esse trabalho discreto, sua juventude foi, em contraste, digna de um romance e extremamente extraordin\u00e1ria. A vida de um ser humano \u00e9 realmente fascinante.<br><br>O Sr. \u014ctake nasceu em 4 de janeiro de 1872 (5\u00ba ano da Era Meiji) em Surugadai, Kanda, T\u00f3quio, como o terceiro filho do m\u00e9dico Tomoyasu \u014ctake.\n\nAp\u00f3s se formar na Escola Prim\u00e1ria Shinobugaoka, ele se mudou temporariamente para Hamamatsu, onde estudou na Escola Secund\u00e1ria Ichuu de Hamamatsu. Posteriormente, ele se transferiu para a Escola Secund\u00e1ria Ichuu de Yokohama.<br><br>Em 20 de julho de 1889 (22\u00ba ano da Era Meiji), o navio de guerra do Imp\u00e9rio do Brasil, o Almirante Barroso, aportou em Yokohama. Como o Sr. \u014ctake falava bem ingl\u00eas, ele caiu nas gra\u00e7as do pr\u00edncipe Augusto Leopoldo, neto do imperador Dom Pedro II, e foi incentivado a ir para o Brasil.\n\nO Sr. \u014ctake ficou muito entusiasmado e consultou seu pai, Tomoyasu, que lhe deu permiss\u00e3o para viajar, dizendo: \"Isso \u00e9 interessante! Por favor, pe\u00e7a para acompanh\u00e1-los.\"\n<br><br>\nO pai do Sr. \u014ctake, natural de Mikawa, nasceu em uma fam\u00edlia de sacerdotes xinto\u00edstas vassalos do cl\u00e3 Tokugawa. Ele era um jovem impulsivo e, apesar de ser um vassalo direto do xogunato, conspirou com <em>r\u014dnin<\/em> (samurais sem mestre) de Mito e outros. Por essa raz\u00e3o, sob a acusa\u00e7\u00e3o de \"cometer maldades repetidamente\", teve seu cargo cassado pelo Conselho dos Anci\u00e3os e foi um homem audaz que teve que se esconder sob um nome falso. Mesmo ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o do Governo Meiji, ele o via com desd\u00e9m por consider\u00e1-lo propriedade privada dos cl\u00e3s Satsuma e Ch\u014dsh\u016b.\n\nDevido a essa personalidade, ele tinha um lado extremamente progressista e parece ter concedido a permiss\u00e3o para a viagem do Sr. \u014ctake ao Brasil sem hesita\u00e7\u00e3o.<br><br>Naquela \u00e9poca, o Sr. \u014ctake n\u00e3o foi a \u00fanica pessoa incentivada a ir para o Brasil; havia outras duas ou tr\u00eas pessoas que deveriam t\u00ea-lo acompanhado. No entanto, nenhum outro p\u00f4de embarcar por terem enfrentado a oposi\u00e7\u00e3o de seus pais e respons\u00e1veis. Estes tentaram at\u00e9 mesmo impedir o embarque do Sr. \u014ctake, mas ele avan\u00e7ou resolutamente em dire\u00e7\u00e3o ao seu objetivo.<br><br>Em 4 de agosto, o navio de guerra brasileiro partiu de Yokohama sob o comando do almirante Cust\u00f3dio Jos\u00e9 de Melo. Foi a partir desse dia que o Sr. \u014ctake teve sua vida destinada a ser vivida sob a bandeira do Brasil.<br><br>Durante a navega\u00e7\u00e3o do navio Almirante Barroso pelo Oceano \u00cdndico, uma revolu\u00e7\u00e3o estourou no Brasil, resultando no nascimento do governo republicano. Por causa disso, o pr\u00edncipe Augusto teve que desembarcar  em Colombo, na ilha do Ceil\u00e3o.\n\nO Sr. \u014ctake, no entanto, continuou a viagem gra\u00e7as \u00e0 boa vontade do almirante Melo e de todos os oficiais, chegando ao Rio de Janeiro em 29 de julho de 1890 (23\u00ba ano da Era Meiji). Por recomenda\u00e7\u00e3o do Almirante Melo, ele se matriculou no curso de engenharia da Academia da Marinha.<br><br>Entre 1893 (26\u00ba ano da Era Meiji) e 1894 (27\u00ba ano da Era Meiji), o almirante Melo liderou a Marinha em uma rebeli\u00e3o. Naturalmente, o Sr. \u014ctake juntou-se \u00e0s for\u00e7as rebeldes para lutar. No entanto, a revolu\u00e7\u00e3o falhou e, com a queda do almirante, o Sr. \u014ctake, que estava em seu quarto ano de estudos e havia avan\u00e7ado para o primeiro ano de engenharia da Academia, encontrou-se desamparado.\n<br><br>\nPor isso, ele buscou trabalho no setor privado  para se sustentar. Ap\u00f3s completar quatro anos no Brasil, ele ouviu rumores sobre o in\u00edcio da Guerra Sino-Japonesa. N\u00e3o conseguindo esquecer sua terra natal, ele deixou o Brasil clandestinamente a bordo de um navio \u00e0 vela.\n\nDepois de superar as dificuldades do Estreito de Magalh\u00e3es e contornar Manila, vindo do Pac\u00edfico Sul, ele finalmente conseguiu retornar ao Jap\u00e3o. No entanto, a Guerra Sino-Japonesa j\u00e1 havia terminado, e ele foi interrogado sob suspeita de evitar o servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio.<br><br>A inten\u00e7\u00e3o do Sr. \u014ctake era retornar ao Jap\u00e3o temporariamente, mas, enquanto lidava com a morte de seu pai e fazia viagens a Manila, o consulado brasileiro estava para ser inaugurado no Jap\u00e3o. Como havia necessidade de algu\u00e9m proficiente em idiomas, ele foi trabalhar para o Consulado Brasileiro por recomenda\u00e7\u00e3o do marqu\u00eas Shigenobu \u014ckuma.\n<br><br>\nA partir de 1897 (30\u00ba ano da Era Meiji), ele permaneceu nesse cargo e foi o alicerce invis\u00edvel das rela\u00e7\u00f5es nipo-brasileiras at\u00e9 que a embaixada brasileira foi fechada devido \u00e0 eclos\u00e3o da Segunda Guerra Mundial.\nQuase todos os documentos p\u00fablicos importantes relacionados aos dois pa\u00edses desde o in\u00edcio das rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas nipo-brasileiras passaram pelas suas m\u00e3os. Ele tamb\u00e9m cuidava bem das delega\u00e7\u00f5es e ensinava portugu\u00eas aos interessados. Embora n\u00e3o pudesse aparecer publicamente em assuntos de imigra\u00e7\u00e3o devido \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o no consulado brasileiro, ele estava sempre em contato com pessoas como o Sr. Ikutar\u014d Aoyagi, e nunca hesitou em oferecer pesquisa, estudo e assist\u00eancia lateral.<br><br>Por ocasi\u00e3o da viagem do primeiro navio de imigrantes, o Kasato Maru, em 1908 (41\u00ba ano da Era Meiji), o Sr. \u014ctake tinha uma rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima de longa data com o Sr. Ryo Mizuno. Por essa raz\u00e3o, ele assumiu todo o trabalho de documenta\u00e7\u00e3o oficial, proporcionando facilidades.<br><br>Com o aumento do n\u00famero de imigrantes no Brasil, muitas pessoas passaram a sentir a necessidade de um dicion\u00e1rio para aprender o portugu\u00eas. Atendendo a essa demanda, o Sr. \u014ctake se empenhou. Ele tinha suas importantes obriga\u00e7\u00f5es oficiais no consulado brasileiro, mas, no seu tempo livre, ele compilava os dicion\u00e1rios, o que implicou no sacrif\u00edcio total de sua vida pessoal.\n<br><br>\nAssim, ele publicou o \"Dicion\u00e1rio Portugu\u00eas-Japon\u00eas\" (<em>Powa Jiten<\/em>) em 1918 (7\u00ba ano da Era Taish\u014d) e o \"Dicion\u00e1rio Japon\u00eas-Portugu\u00eas\" (<em>Wapo Jiten<\/em>) em 1925 (14\u00ba ano da Era Taish\u014d). Al\u00e9m disso, concluiu o \"Novo Dicion\u00e1rio Portugu\u00eas-Japon\u00eas\" (<em>Powa Shin Jiten<\/em>) em 1937 (12\u00ba ano da Era Sh\u014dwa).\n<br><br>\nContudo, nessa \u00e9poca, ele j\u00e1 havia sofrido um colapso devido \u00e0 press\u00e3o alta, com sua press\u00e3o arterial atingindo mais de duzentos, e seu corpo e mente estavam debilitados. Consequentemente, ele n\u00e3o conseguiu iniciar a revis\u00e3o do \"Novo Dicion\u00e1rio Japon\u00eas-Portugu\u00eas\" (<em>Wapo Shin Jiten<\/em>).<br><br>Foi no ano de 1928 (3\u00ba ano da Era Sh\u014dwa) que, em reconhecimento aos m\u00e9ritos do Sr. \u014ctake na compila\u00e7\u00e3o dos dicion\u00e1rios e outros trabalhos, ele recebeu um presente comemorativo de agradecimento, por iniciativa de numerosos japoneses residentes no Brasil, incluindo os Srs. Ikutar\u014d Aoyagi e Gy\u014dsuke Shiratori.\n\nO Sr. \u014ctake ficou imensamente feliz com a gentileza e, com um renovado vigor, dedicou sua energia \u00e0 compila\u00e7\u00e3o do novo dicion\u00e1rio.<br><br>Quando o Sr. \u014ctake deixou o Brasil clandestinamente para retornar ao Jap\u00e3o, sua inten\u00e7\u00e3o era voltar ao Brasil. Por essa raz\u00e3o, ele, naturalmente, deixou sua bagagem intacta.\n\nContudo, ao come\u00e7ar a trabalhar no consulado brasileiro, ele ficou muito ocupado com o servi\u00e7o e, al\u00e9m disso, mergulhou de cabe\u00e7a na compila\u00e7\u00e3o dos dicion\u00e1rios. Por isso, ele nunca mais teve a chance de visitar o Brasil. Conta-se que, muito tempo depois, um conhecido da \u00e9poca da marinha lhe enviou sua bagagem de volta atrav\u00e9s da embaixada.<br><br>O Sr. \u014ctake, herdando o sangue de seu pai, possu\u00eda uma certa teimosia rebelde e era um homem de temperamento forte e muito obstinado. Foi exatamente por ter o esp\u00edrito artes\u00e3o de um \"edokko\" (nascido em T\u00f3quio) e ser intransigente que ele conseguiu se dedicar a um trabalho de esculpir ossos, como a compila\u00e7\u00e3o de dicion\u00e1rios.\n\nNo entanto, por outro lado, ele tamb\u00e9m tinha uma natureza muito af\u00e1vel e soci\u00e1vel, tendo uma amizade particularmente profunda com o Sr. Ikutar\u014d Aoyagi.\n<br><br>\nO Sr. \u014ctake teve sua sa\u00fade debilitada por repetidas hemorragias cerebrais e, enquanto a guerra avan\u00e7ava e a situa\u00e7\u00e3o no Brasil se tornava completamente desconhecida, ele estava no \u00e1pice da sua desesperan\u00e7a quando recebeu a not\u00edcia da morte do Sr. Aoyagi.\n\nO falecimento do Sr. Aoyagi, seu amigo mais \u00edntimo dentre seus poucos conhecidos restantes, parece ter causado no Sr. \u014ctake um sentimento de solid\u00e3o insubstitu\u00edvel. Pouco tempo depois, como se estivesse seguindo seu amigo, ele faleceu devido \u00e0 <em>angina pectoris<\/em> em 23 de fevereiro de 1944, uma semana ap\u00f3s o Sr. Aoyagi. O fato de seu obitu\u00e1rio ter sido publicado no jornal coincidentemente ao lado do de Aoyagi foi interpretado como um la\u00e7o de destino verdadeiramente inesgot\u00e1vel.<br><br>O Sr. \u014ctake teve dois filhos e tr\u00eas filhas. O filho mais velho, o Sr. Shin'ichi, trabalhou no instituto de pesquisa da <em>Mitsubishi Kasei<\/em>, e o segundo filho, o Sr. Sh\u016bji, \u00e9 um t\u00e9cnico de pesca do Minist\u00e9rio da Agricultura e Silvicultura. Sua vi\u00fava, Sra. Kiyoko, faleceu em 1953 (28\u00ba ano da Era Sh\u014dwa).<br><br>Seu sucessor, o filho Shin'ichi, falou o seguinte sobre seu r\u00edgido pai :<br><br>\"No seio familiar, meu pai era um excelente pai,  exceto pelo fato de ser temperamental. Ele vivia praticamente confinado em seu escrit\u00f3rio, abandonou at\u00e9 mesmo a pesca, seu \u00fanico hobby, por causa do dicion\u00e1rio, e viveu sem tirar f\u00e9rias, buscar o calor ou fazer passeios.\n\nQuando finalmente concluiu uma fase do dicion\u00e1rio, a guerra se tornou intensa e sua sa\u00fade j\u00e1 estava debilitada. No final da vida, quando estava de bom humor, ele nos contava hist\u00f3rias de forma divertida, com gestos e m\u00edmicas, sobre sua travessia do pac\u00edfico sul em um navio \u00e0 vela e sobre a m\u00fasica sul-americana.\n\nPor ser obstinado e de l\u00edngua afiada, parece que foi mal interpretado diversas vezes. Contudo, era o tipo de pessoa que andava saltitando quando estava feliz, ficava cabisbaixo quando estava triste, e derramava l\u00e1grimas em profus\u00e3o ao saber da morte de um conhecido. Ele se parecia muito com o velho rabugento, mas de bom cora\u00e7\u00e3o, que aparece nas hist\u00f3rias de contos c\u00f4micos <em>rakugo<\/em> e narrativas hist\u00f3ricas <em>k\u014ddan<\/em>.<br><br>Ele chegou a brigar com o embaixador e o ministro do local onde trabalhava, e a corrigir, \u00e0 caneta vermelha, documentos escritos pelo c\u00f4nsul geral. No entanto, quando as pessoas compreendiam o car\u00e1ter honesto e \u00edntegro de meu pai, ele parecia ser ainda mais respeitado e confi\u00e1vel.<br><br>Meu pai faleceu, mas o fato de o dicion\u00e1rio que ele criou dedicando sua vida ainda estar sendo usado na pr\u00e1tica para a amizade nipo-brasileira  deve ser motivo de satisfa\u00e7\u00e3o para ele.\nO Sr. Ry\u014dji Noda, que cooperou com meu pai na coleta de material para a compila\u00e7\u00e3o do dicion\u00e1rio por muitos anos, est\u00e1 agora dedicando os esfor\u00e7os de sua vida \u00e0 compila\u00e7\u00e3o do 'Novo Dicion\u00e1rio Japon\u00eas-Portugu\u00eas' (<em>Shin Wapo Jiten<\/em>), algo que meu pai pretendia fazer, mas n\u00e3o conseguiu. Vendo isso, tenho certeza de que o esp\u00edrito de meu pai est\u00e1 contente e depositando grande esperan\u00e7a  neste trabalho\".<\/p>","protected":false},"featured_media":21035,"template":"","special_columns":[978],"class_list":["post-41304","historical-figures","type-historical-figures","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","special_columns-pioneers"],"blocksy_meta":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/historical-figures\/41304","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/historical-figures"}],"about":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/historical-figures"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21035"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41304"}],"wp:term":[{"taxonomy":"special_columns","embeddable":true,"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/special_columns?post=41304"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}