{"id":41307,"date":"2008-01-17T17:22:12","date_gmt":"2008-01-17T17:22:12","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.cenb.org.br\/?post_type=historical-figures&#038;p=41307"},"modified":"2025-10-22T14:33:57","modified_gmt":"2025-10-22T14:33:57","slug":"ikutaro-aoyagi","status":"publish","type":"historical-figures","link":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/historical-figures\/ikutaro-aoyagi\/","title":{"rendered":"\u9752\u67f3\u90c1\u592a\u90ce Ikutaro Aoyagi"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-right\">quinta-feira, 17 de janeiro de 2008<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"247\" height=\"300\" src=\"https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ikutaro_aoyagi.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-21027\" srcset=\"https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ikutaro_aoyagi.jpg 247w, https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ikutaro_aoyagi-10x12.jpg 10w, https:\/\/cenb.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ikutaro_aoyagi-205x249.jpg 205w\" sizes=\"auto, (max-width: 247px) 100vw, 247px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O ponto inicial da imigra\u00e7\u00e3o em massa para o Brasil foi aberto pelo Sr. Ryu Mizuno, que liderou o navio Kasato Maru. No entanto, o in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o agr\u00edcola foi deflagrado pelo Sr. Ikutaro Aoyagi.<br><br>Em 1907 (40\u00b0 ano do Era Meiji), o Sr. Aoyagi, junto ao visconde Kanetake \u014cura como figura central, o doutor em engenharia Yoshinosuke Hasegawa e o Sr. Takejir\u014d Tokonami, entre outros, avan\u00e7aram em estudos sobre os m\u00e9todos de implementa\u00e7\u00e3o da coloniza\u00e7\u00e3o no Brasil.<br><br>No ano seguinte, 1908 (41\u00b0 ano da Era  Meiji), com a forma\u00e7\u00e3o do Segundo Gabinete Katsura, o visconde \u014cura (Kanetake \u014cura) assumiu o cargo de ministro da Agricultura e Com\u00e9rcio. Ao detalhar a situa\u00e7\u00e3o de que o arroz, o principal alimento b\u00e1sico da na\u00e7\u00e3o, estava em d\u00e9ficit anual e precisava ser suprido por na\u00e7\u00f5es estrangeiras como parte de sua pol\u00edtica principal, ele sentiu profundamente a necessidade urgente da coloniza\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica do Sul. <br><br>\nPor iniciativa pr\u00f3pria, ele persuadiu o primeiro-ministro Katsura e consultou o ministro do Interior, Hirata, obtendo a aprova\u00e7\u00e3o de ambos.\nEsfor\u00e7ando-se para estabelecer uma pol\u00edtica governamental para o projeto de coloniza\u00e7\u00e3o sul-americana, \u014cura e seus colegas concordaram e apresentaram ao primeiro-ministro Katsura um longo memorando de opini\u00e3o em nome de Ikutar\u014d Aoyagi, anexando quatro raz\u00f5es. <br><br>\nContudo, o ministro do Interior Hirata, por ter uma natureza que ponderava as coisas meticulosamente, n\u00e3o se contentou apenas com o memorando e solicitou uma consulta mais detalhada. Em resposta, o Sr. Aoyagi submeteu novamente um relat\u00f3rio minucioso, desta vez dividido em oito pontos, abrangendo o crescimento populacional, problemas sociais e a agricultura interna. Ele enfatizou que, para a coloniza\u00e7\u00e3o japonesa na \u00e9poca, n\u00e3o havia outro lugar sen\u00e3o o Brasil. Aoyagi advertiu que caso n\u00e3o fosse iniciada naquele momento, o Jap\u00e3o perderia o \u00fanico territ\u00f3rio colonial restante reservado para japoneses em um canto do mundo, o que se tornaria um arrependimento que duraria mil anos.<br><br>Mesmo assim, o ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores Jutaro Komura se op\u00f4s veementemente ao memorando do Sr. Aoyagi a partir de um ponto de vista diplom\u00e1tico. Por essa raz\u00e3o, a iniciativa de debater a quest\u00e3o no Conselho de Ministros e de estabelecer uma pol\u00edtica governamental definida acabou fracassando. \nAssim, o grupo decidiu, por consenso, abandonar a via governamental e iniciar o projeto por conta pr\u00f3pria, com o apoio de seus colegas. Eles obtiveram o consentimento de figuras como o grande propriet\u00e1rio de terras K\u014djir\u014d \u014csawa, Arata Hamao, Shigetake Sugiura e Takeo Nakano, e fundaram um sindicato empresarial chamado Sindicato de T\u00f3quio. Visto que o visconde \u014cura era o ministro da Agricultura na \u00e9poca, ele evitou investir em seu pr\u00f3prio nome, utilizando, em vez disso, o nome de seu genro e secret\u00e1rio, o Sr. Tei Hori.<br><br>O Sindicato de T\u00f3quio decidiu enviar o Sr. Aoyagi ao Brasil para concretizar o plano. Assim, o Sr. Aoyagi partiu de T\u00f3quio em 30 de junho de 1910 (43\u00b0 ano da Era Meiji), fez uma parada na Alemanha via Sib\u00e9ria e chegou ao Rio de Janeiro em 14 de setembro do mesmo ano.<br><br>A estada do Sr. Aoyagi no Brasil se estendeu por 18 meses, sendo que seis deles foram dedicados a percorrer quase todo o estado de S\u00e3o Paulo, al\u00e9m dos tr\u00eas estados do Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O objetivo era investigar as condi\u00e7\u00f5es gerais e inspecionar <em>in loco<\/em> as col\u00f4nias estabelecidas por imigrantes alem\u00e3es e italianos nessas regi\u00f5es.\nO restante do tempo foi gasto principalmente na cidade de S\u00e3o Paulo, focado em negocia\u00e7\u00f5es com a Assembleia Legislativa Estadual e o governo do estado.<br><br>Com base em seu pr\u00f3prio reconhecimento de campo, o Sr. Aoyagi concluiu que, na zona costeira do estado de S\u00e3o Paulo, o territ\u00f3rio localizado entre o Rio Ribeira e as \u00e1reas de Pariquera-A\u00e7u e Cananeia, no munic\u00edpio de Iguape, seria o mais adequado para o estabelecimento de col\u00f4nias japonesas. <br>\nAssim, em 14 de fevereiro de 1911 (44\u00b0 ano da Era Meiji),  ele apresentou uma peti\u00e7\u00e3o ao ent\u00e3o governador de S\u00e3o Paulo, Albuquerque Lins, visando a doa\u00e7\u00e3o gratuita de terras p\u00fablicas naquela regi\u00e3o. A ess\u00eancia do requerimento definia que o Sindicato de T\u00f3quio se comprometeria a assentar cinco mil fam\u00edlias de agricultores japoneses na regi\u00e3o de Iguape no prazo de dez anos, e, em troca, o governo do estado de S\u00e3o Paulo deveria doar gratuitamente 150 mil hectares de terras p\u00fablicas ao Sindicato de T\u00f3quio; reembolsar os custos de transporte dos imigrantes; estabelecer fazendas-modelo e postos de experimenta\u00e7\u00e3o agr\u00edcola dentro da \u00e1rea da col\u00f4nia; abrir estradas conectando a col\u00f4nia com a esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria e o porto mar\u00edtimo mais pr\u00f3ximos. <br><br>\nCom base nessa proposta, repetidas negocia\u00e7\u00f5es ocorreram entre o Sr. Aoyagi, o governo estadual e a Assembleia Legislativa. Ap\u00f3s muitas reviravoltas, a C\u00e2mara dos Deputados e o Senado de S\u00e3o Paulo finalmente aprovaram a doa\u00e7\u00e3o gratuita de 50 mil hectares de terra e concederam ao governo do estado a autoridade para celebrar o contrato de coloniza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o estado acatou quase a totalidade das propostas solicitadas pelo Sr. Aoyagi, indo al\u00e9m da simples doa\u00e7\u00e3o de terras.<br><br>\nO contrato de coloniza\u00e7\u00e3o entre o governo estadual e o Sr. Aoyagi foi finalmente assinado em 8 de mar\u00e7o do ano seguinte, 1912. O Sr. Aoyagi dedicou-se de corpo e alma a esta negocia\u00e7\u00e3o por um ano inteiro. Ele regressou \u00e0s pressas ao Jap\u00e3o, levando consigo o fruto de seu esfor\u00e7o, e submeteu o relat\u00f3rio de miss\u00e3o cumprida ao Sindicato de T\u00f3quio em 1\u00ba de maio de 1912 (45\u00b0 ano da Era Meiji).<br><br>Com a conclus\u00e3o do contrato de doa\u00e7\u00e3o gratuita de terras, tornou-se urgente a necessidade de uma empresa que pudesse assentar os colonos e gerenciar o projeto de coloniza\u00e7\u00e3o.\nPor isso, o Sr. Aoyagi e seus colegas tentaram estabelecer uma empresa em T\u00f3quio, mas, como se tratava de um empreendimento que n\u00e3o geraria lucro facilmente no in\u00edcio, os investidores se mostraram hesitantes e n\u00e3o responderam prontamente \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o de capital. Diante disso, n\u00e3o restou outra alternativa sen\u00e3o recorrer \u00e0 media\u00e7\u00e3o e ao apoio do governo japon\u00eas.<br><br>Felizmente, em 21 de dezembro do mesmo ano, foi estabelecido o terceiro gabinete Katsura. O primeiro-ministro Katsura acumulou o cargo de ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e o Sr. Oura tornou-se ministro do Interior. Por iniciativa do primeiro-ministro e ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores Katsura, em 13 de janeiro de 1913 (segundo ano da Era Taisho), mais de trinta destacados empres\u00e1rios da regi\u00e3o de Keihin (T\u00f3quio-Yokohama), incluindo o bar\u00e3o Eiichi Shibusawa e o presidente do Banco do Jap\u00e3o, Korekiyo Takahashi, foram convidados para a resid\u00eancia oficial do ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores em Kasumigaseki. <br><br>\nO pr\u00f3prio primeiro-ministro apelou fervorosamente para que criassem uma empresa colonizadora, sem considerar lucros ou preju\u00edzos, pelo bem da na\u00e7\u00e3o. Naquela reuni\u00e3o, foi estabelecido um comit\u00ea de funda\u00e7\u00e3o da empresa, com o bar\u00e3o Shibusawa como presidente. Em seguida, em 15 de mar\u00e7o, realizou-se na C\u00e2mara de Com\u00e9rcio de T\u00f3quio a assembleia geral de funda\u00e7\u00e3o da Companhia de Coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil S.A. (<em>Brasil Takushoku Kabushiki Kaisha<\/em>).<br><br>Assim, a empresa foi finalmente estabelecida com um capital de um milh\u00e3o de ienes. Sete diretores e tr\u00eas auditores foram eleitos, sendo o visconde Tadaaki Sakai o presidente do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e o Sr. Taka Kawada o diretor executivo. <br>\nO Sr. Aoyagi, que tamb\u00e9m se tornou diretor com a funda\u00e7\u00e3o da empresa, viajou imediatamente para S\u00e3o Paulo para concluir os procedimentos junto ao governo estadual. Em seguida, ele se estabeleceu no local, dando in\u00edcio ao projeto de cria\u00e7\u00e3o da Col\u00f4nia Iguape.<br><br>Gra\u00e7as aos esfor\u00e7os do ent\u00e3o presidente do Conselho Municipal de Iguape, Ant\u00f4nio Jeremias, o \u00f3rg\u00e3o aprovou tamb\u00e9m a doa\u00e7\u00e3o gratuita de aproximadamente 1.400 hectares, localizados em Jipobra, \u00e0s margens do Rio Ribeira, entre Iguape e Registro. Esta a\u00e7\u00e3o foi uma forma de garantir que o munic\u00edpio de Iguape n\u00e3o ficasse para tr\u00e1s no desenvolvimento da coloniza\u00e7\u00e3o que se concentrava na \u00e1rea de Registro.\nEsta col\u00f4nia de Jipobra foi posteriormente rebatizada como Col\u00f4nia Katsura, em 1914 (terceiro ano da Era Taish\u014d), em homenagem aos esfor\u00e7os de Tar\u014d Katsura, ex primeiro-ministro.<br><br>O Sr. Aoyagi, ao iniciar a organiza\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia, nomeou e distribuiu as fun\u00e7\u00f5es dos seguintes especialistas: Katsumi Fujita como Engenheiro Agr\u00f4nomo, Ch\u014dichi \u014cno, Hideyoshi Nomura e Genzabur\u014d Miura para levantamento e medi\u00e7\u00e3o, Masao Hashida para o campo de experimenta\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e o Dr. Kenz\u014d Kitajima como m\u00e9dico.\nOs primeiros colonos come\u00e7aram sob um sistema de trabalho assalariado, mas, posteriormente, foi implementado um sistema de parceria: 14,88 hectares de terra eram doados gratuitamente, eles recebiam moradia e deviam entregar 35% da produ\u00e7\u00e3o \u00e0 companhia. O sucesso desse sistema de colonos aut\u00f4nomos e cooperados estimulou os japoneses residentes no Brasil e foi o embri\u00e3o para a funda\u00e7\u00e3o das col\u00f4nias Hirano e Uetsuka. <br><br>\nO projeto de reassentamento de imigrantes \u00e9 conhecido como uma das tarefas mais dif\u00edceis, como uma maratona sem linha de chegada. A Col\u00f4nia Iguape n\u00e3o foi exce\u00e7\u00e3o: problemas como o manejo dos moradores brasileiros preexistentes na \u00e1rea da col\u00f4nia, a escassez de fundos devido \u00e0 dificuldade em cobrar o capital subscrito n\u00e3o pago no Jap\u00e3o e a baixa ades\u00e3o de novos colonos foram problemas que persistiram mesmo ap\u00f3s a Companhia de Coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil ser incorporada \u00e0 Companhia Ultramarina de Coloniza\u00e7\u00e3o (<em>Kaigai K\u014dgy\u014d Kaisha<\/em>), com capital de dez milh\u00f5es de ienes, em dezembro de 1917 (6\u00b0 ano da Era Taish\u014d).<br><br>A Col\u00f4nia Iguape, que inicialmente tinha o arroz como principal cultura, levou a Companhia Ultramarina de Coloniza\u00e7\u00e3o a construir em 1922 (11\u00b0 ano da Era Taish\u014d), na cidade de Registro, uma f\u00e1brica de beneficiamento de arroz que foi considerada a maior da Am\u00e9rica do Sul. O projeto expandiu-se, avan\u00e7ando para o cultivo de cana-de-a\u00e7\u00facar, mandioca, caf\u00e9, banana e ch\u00e1, e tamb\u00e9m para a produ\u00e7\u00e3o de cacha\u00e7a (aguardente), tra\u00e7ando assim um caminho de desenvolvimento progressivo.<br><br>\nOs cargos de lideran\u00e7a na Col\u00f4nia Iguape foram assumidos sucessivamente por funcion\u00e1rios que haviam recebido a orienta\u00e7\u00e3o do Sr. Aoyagi e eram entusiastas do projeto de coloniza\u00e7\u00e3o. Gra\u00e7as \u00e0 escolha acertada do Sr. Aoyagi, a regi\u00e3o era tamb\u00e9m saud\u00e1vel (livre de doen\u00e7as graves), o que contribuiu para a forma\u00e7\u00e3o da grande col\u00f4nia de Registro atual.<br><br>O pioneiro Sr. Aoyagi, que assumiu a primeira gest\u00e3o de col\u00f4nias japonesas no Brasil, serviu, em sua capacidade p\u00fablica, como o primeiro presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Assist\u00eancia M\u00fatua dos Japoneses no Brasil (<em>Nihonjin D\u014djin-kai<\/em>). Ap\u00f3s seu retorno ao Jap\u00e3o, dedicou-se por longo tempo como diretor da Associa\u00e7\u00e3o Latino-Americana.\nEm reconhecimento aos seus servi\u00e7os na coloniza\u00e7\u00e3o, ele foi agraciado com a medalha de honra com fita azul (<em>Ranju H\u014dsh\u014d<\/em>) durante o Festival Comemorativo dos 2600 Anos do Imp\u00e9rio, em 1940.<br><br>\nAl\u00e9m disso, quando o Sr. Mitsusada Umetani viajou a S\u00e3o Paulo em janeiro de 1927 (segundo ano da Era Showa) como diretor executivo da Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Imigra\u00e7\u00e3o (<em>Ij\u016b Kumiai Reng\u014d-kai<\/em>) para tratar da compra de terras para col\u00f4nias, ele solicitou e obteve o apoio do Sr. Aoyagi, que foi convidado a vir ao Brasil como seu consultor.<br><br>O Sr. Aoyagi nasceu em junho de 1867 (terceiro ano da Era Kei\u014d), na prov\u00edncia de Chiba. Ele faleceu em sua resid\u00eancia em \u014cmori, T\u00f3quio, em 16 de fevereiro de 1943 (18\u00ba ano da Era Showa), no auge da guerra, completando 84 anos de vida.<br><br>\n\n(Nota: Acredita-se que o ano de falecimento do Sr. Aoyagi seja 1944 (19\u00b0 ano da Era Showa). Ver refer\u00eancia na se\u00e7\u00e3o posterior sobre Wasabur\u014d \u014ctake.<\/p>","protected":false},"featured_media":21027,"template":"","special_columns":[978],"class_list":["post-41307","historical-figures","type-historical-figures","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","special_columns-pioneers"],"blocksy_meta":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/historical-figures\/41307","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/historical-figures"}],"about":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/historical-figures"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21027"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41307"}],"wp:term":[{"taxonomy":"special_columns","embeddable":true,"href":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/special_columns?post=41307"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}