{"id":18577,"date":"2008-07-21T18:48:20","date_gmt":"2008-07-21T18:48:20","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.cenb.org.br\/?p=18577"},"modified":"2025-04-07T15:14:10","modified_gmt":"2025-04-07T15:14:10","slug":"20080721-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/column\/20080721-portugues\/","title":{"rendered":"Kend\u00f4 no Brasil \u2013 panorama da pesquisa e um breve hist\u00f3rico (Parte 1 de 2)"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n\n\n\n<p>Este ano (2008), comemora-se o Centen\u00e1rio da Imigra\u00e7\u00e3o Japonesa ao Brasil. Dentro das in\u00fameras atividades previstas para tal celebra\u00e7\u00e3o, h\u00e1 o projeto para o lan\u00e7amento de um livro com os registros acerca da hist\u00f3ria do kend\u00f4 no Brasil. E o autor deste pequeno artigo \u00e9 o respons\u00e1vel pela pesquisa sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo deste artigo, dividido em duas partes, \u00e9 apresentar um breve panorama acerca da praticamente desconhecida hist\u00f3ria do kend\u00f4 no Brasil, ao mesmo tempo em que pretende expor tamb\u00e9m algumas das dificuldades e desafios encontrados durante a pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira dificuldade \u00e9 o pr\u00f3prio autor, que possui forma\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de Exatas, e n\u00e3o de Humanas. Seria uma digress\u00e3o muito grande explicar por que uma pessoa com tal forma\u00e7\u00e3o est\u00e1 conduzindo este trabalho, mas \u00e9 importante assinalar que o m\u00e9todo de levantamento e tratamento de informa\u00e7\u00f5es faz com que o trabalho se torne mais semelhante a uma publica\u00e7\u00e3o de ci\u00eancias exatas.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando foi que o kend\u00f4 foi introduzido ao Brasil? Esta pergunta essencial j\u00e1 exp\u00f4s diversas barreiras interessantes. A atual Confedera\u00e7\u00e3o de Kend\u00f4 do Brasil (CBK) n\u00e3o possui nenhuma publica\u00e7\u00e3o sobre o tema, e os materiais hist\u00f3ricos que possui est\u00e3o espalhados por diversas pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Analogamente, os registros presentes nos diversos museus, principalmente o Museu Hist\u00f3rico da Imigra\u00e7\u00e3o Japonesa, est\u00e3o distribu\u00eddos por diversos livros, revistas e jornais, obrigando a uma coleta paciente de dados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 fundamental apontar que esta \u00e9 a primeira vez que se planeja publicar um livro sobre a hist\u00f3ria do kend\u00f4 no Brasil, cem anos ap\u00f3s a chegada do Kasato Maru. E, devido ao tempo que se passou, muito do material foi perdido e surgiram grandes lacunas em termos hist\u00f3ricos, que provavelmente nunca mais poder\u00e3o ser preenchidas com precis\u00e3o, infelizmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, a chegada do kend\u00f4 ao Brasil possui um registro bastante claro no \u201cImin Yonj\u00fbnenshi\u201d, livro de Rocro Kowyama em comemora\u00e7\u00e3o aos 40 anos de imigra\u00e7\u00e3o japonesa. De acordo com ele, Tokutaro Haga, imigrante do Kasato Maru, era instrutor de kend\u00f4 da pol\u00edcia da prov\u00edncia de Ehime e detinha o grau de nidan (2\u00ba dan) pela Dai Nippon Butokukai.<\/p>\n\n\n\n<p>Haga foi o \u00fanico a trazer equipamento de kend\u00f4 ao Brasil e pode ser considerado como o pioneiro do kend\u00f4 no Brasil. H\u00e1 tamb\u00e9m relatos sobre um pequeno torneio de kend\u00f4 a bordo do Kasato Maru, no que pode ser considerado o primeiro campeonato de kend\u00f4 dentro da imigra\u00e7\u00e3o japonesa ao Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Curiosamente, o nome dele desaparece assim que chega ao Brasil. De acordo com seu filho, de 92 anos, Haga se tornou um doceiro e simplesmente n\u00e3o conseguia mais dedicar tempo \u00e0 pr\u00e1tica do kend\u00f4, por conta da quantidade de pedidos a que devia atender.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de Haga, h\u00e1 um intervalo de quatorze anos at\u00e9 que surja uma nova men\u00e7\u00e3o ao kend\u00f4. O primeiro registro p\u00f3s-Kasato Maru aparece em um jornal da col\u00f4nia japonesa de 1922, em que aparece o termo \u201cgekken shiai\u201d, ou seja, lutas de kend\u00f4, realizadas por ocasi\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o do Tench\u00f4setsu, o Anivers\u00e1rio do Imperador. E, nas anota\u00e7\u00f5es de Haruka Yamashita, um dos nomes mais importantes do kend\u00f4 no Brasil p\u00f3s-guerra, consta que Midori Kobayashi, sandan (3\u00ba dan), participou dessas lutas.<\/p>\n\n\n\n<p>O nome de Midori Kobayashi, bem como o da sua escola, Seish\u00fb Guijuku (Miss\u00e3o Japonesa no Brasil), \u00e9 bem conhecido entre as pessoas da col\u00f4nia japonesa que vivenciaram o pr\u00e9-guerra no Brasil. Educador e pastor protestante, ele foi um dos grandes incentivadores do kend\u00f4 antes da Segunda Guerra Mundial e foi quem abriu o primeiro dojo (academia) de kend\u00f4 no Brasil, em 1928.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de ent\u00e3o, o kend\u00f4 come\u00e7ou a se disseminar, principalmente na crescente col\u00f4nia japonesa. As levas de imigrantes, que traziam tamb\u00e9m in\u00fameros praticantes da arte, trouxe um impulso ainda maior e, em 1933, por ocasi\u00e3o do 25\u00ba anivers\u00e1rio da imigra\u00e7\u00e3o japonesa, foi fundada a Hakkoku J\u00fbkend\u00f4 Renmei, a Federa\u00e7\u00e3o de Jud\u00f4 e Kend\u00f4 do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>A Hakkoku J\u00fbkend\u00f4 Renmei foi a organiza\u00e7\u00e3o que englobou e incentivou n\u00e3o s\u00f3 o jud\u00f4 e kend\u00f4, mas todas as artes marciais tradicionais japonesas na col\u00f4nia japonesa no Brasil at\u00e9 a eclos\u00e3o da Segunda Guerra Mundial, com o apoio do Consulado do Jap\u00e3o, da KKKK (Kaigai K\u00f4gy\u00f4 Kabushiki Kaisha, companhia de imigra\u00e7\u00e3o) e da Sociedade Colonizadora Bratac, as tr\u00eas entidades mais poderosas e influentes da col\u00f4nia na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 certo que o kend\u00f4 foi praticado em in\u00fameros locais no Brasil antes da Segunda Guerra, mas infelizmente muito do material e informa\u00e7\u00e3o foi perdido, dificultando o registro preciso do kend\u00f4 da \u00e9poca. Al\u00e9m disso, a maioria das pessoas que viveu esse per\u00edodo j\u00e1 faleceu, impossibilitando a obten\u00e7\u00e3o at\u00e9 mesmo de testemunhos e registros orais sobre a \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo assim, h\u00e1 algum material que existe ainda hoje. Um exemplo \u00e9 a revista \u201cButoku\u201d (n\u00famero 2), publicada pela Hakkoku J\u00fbkend\u00f4 Renmei em 1937. Ela cont\u00e9m uma lista de nomes de pessoas e locais filiadas \u00e0 entidade na \u00e9poca, sendo um material inestim\u00e1vel atualmente em termos hist\u00f3ricos.<\/p>\n\n\n\n<p>A lista dos instrutores de kend\u00f4 da \u00e9poca \u00e9 muito extensa, mas certamente deve compreender os nomes de Eiji Kikuchi, 5\u00ba dan, e Sanae It\u00f4, 5\u00ba dan. Al\u00e9m disso, pode-se citar os nomes de Yoshihiko Miyadera, 4\u00ba dan, Matsukichi Sasaki, 4\u00ba dan, Kenji Niwase, 4\u00ba dan, Eiji Sasaki Seirensh\u00f4, Hisayoshi Hayashi 4\u00ba dan, Shigeru Fujiwara, 4\u00ba dan e Matsumaro Sakurada, 3\u00ba dan, entre tantos outros. Todos foram pessoas que contribu\u00edram de maneira extremamente relevante para o kend\u00f4 no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>O principal evento de kend\u00f4 era o Zenpaku Bud\u00f4 Taikai, o Campeonato Brasileiro de Bud\u00f4, realizado anualmente por volta de agosto. Al\u00e9m deste, havia campeonatos regionais, seguindo geralmente o tra\u00e7ado das linhas f\u00e9rreas, bem como o chamado tary\u00fb-jiai, lutas entre duas academias diferentes de kend\u00f4.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00e1tica era feita em escolas e em centros comunit\u00e1rios. Em locais mais afastados, treinava-se em galp\u00f5es e at\u00e9 mesmo em terreiros de caf\u00e9. A falta de infra-estrutura nunca foi motivo para desanimar.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, o mundo passava por um momento bastante delicado e, a partir de meados da d\u00e9cada de 1930, a comunidade japonesa no Brasil se viu em uma situa\u00e7\u00e3o bastante conturbada. A restri\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de imigrantes, bem como a proibi\u00e7\u00e3o ao ensino da l\u00edngua japonesa causaram um choque bastante grande entre os japoneses no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>E, com a eclos\u00e3o da Guerra do Pac\u00edfico, o Brasil e o Jap\u00e3o se viram em lados opostos, aumentando o controle e a repress\u00e3o aos japoneses que viviam no Brasil. Por fim, em janeiro de 1942, o Brasil rompeu la\u00e7os diplom\u00e1ticos com os pa\u00edses do Eixo, incluindo o Jap\u00e3o, e alguns dias depois, o DEOPS (Departamento Especializado em Ordem Pol\u00edtica e Social) dissolveu formalmente a Hakkoku J\u00fbkend\u00f4 Renmei, como parte das medidas adotadas contra a col\u00f4nia japonesa.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, o kend\u00f4 no Brasil teve um fim abrupto e a sua pr\u00e1tica foi praticamente descontinuada durante a Guerra.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3xima e \u00faltima parte deste artigo pretende mostrar como o kend\u00f4 no Brasil evoluiu ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o autor:<\/p>\n\n\n\n<p>Luiz Kobayashi<br>Neto de japoneses, \u00e9 Doutor em Engenharia pela Universidade de S\u00e3o Paulo. Atualmente, pesquisa a hist\u00f3ria do kend\u00f4 no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Link: <\/p>\n\n\n\n<p>Portugues:     Parte 2<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-centro-de-estudos-nipo-brasileiros wp-block-embed-centro-de-estudos-nipo-brasileiros\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"6i7elk5JCJ\"><a href=\"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/column\/20081209-portugues\/\">Kend\u00f4 no Brasil \u2013 panorama da pesquisa e um breve hist\u00f3rico (Parte 2 de 2)<\/a><\/blockquote><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Kend\u00f4 no Brasil \u2013 panorama da pesquisa e um breve hist\u00f3rico (Parte 2 de 2)&#8221; &#8212; \u30b5\u30f3\u30d1\u30a6\u30ed\u4eba\u6587\u79d1\u5b66\u7814\u7a76\u6240\uff5cCentro de Estudos Nipo-Brasileiros\" src=\"https:\/\/cenb.org.br\/column\/20081209-portugues\/embed\/#?secret=4O3Ldb1GvT#?secret=6i7elk5JCJ\" data-secret=\"6i7elk5JCJ\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>English:\u3000\u3000Part 1<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-centro-de-estudos-nipo-brasileiros wp-block-embed-centro-de-estudos-nipo-brasileiros\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"GZ3Iat8k5J\"><a href=\"https:\/\/cenb.org.br\/pt\/column\/20080721-english\/\">Kendo in Brazil \u2013 an overview of the research and a summary of its history (Part 1 of 2)<\/a><\/blockquote><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; 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